Anthropic prova do próprio veneno
Bom dia, leitores. Como vocês sabem, esta newsletter é feita com curadoria humana. O Pinterest já foi reconhecido por esse tipo de curadoria, bem como pelo bom gosto de seus usuários. Hoje, porém, a plataforma está inundada de conteúdos sintéticos.
Anthropic acusa três empresas chinesas de extração de dados para treinamento de chatbots. A startup de São Francisco afirma que DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax criaram cerca de 24 mil contas fraudulentas para isso. [The New York Times]
Quase 1 em cada 5 adolescentes no Instagram relatou exposição a nudez ou imagens sexuais indesejadas, aponta processo. Documento judicial inclui trechos de depoimento de Adam Mosseri, chefe da plataforma. [UOL]
OpenClaw alucina e apaga e-mails de executiva da Meta. Diretora do time de superinteligência artificial da Meta disse que agente de IA deletou mensagens quando deveria apenas analisar o conteúdo e indicar o que poderia ser excluído de sua caixa de entrada. [G1]
Spotify testa recurso que permite descrever o que você gosta de ouvir. Chamado “Notas”, recurso permitiria aos assinantes escrever textos para orientar o algoritmo de recomendações musicais. [Tecnoblog]
Discord se afasta da verificação etária da Persona após reação de usuários. A plataforma informou que o “teste limitado” da ferramenta no Reino Unido chegou ao fim. [The Verge]
Funcionários da Binance identificam US$ 1,7 bilhão em criptomoedas enviados a entidades iranianas. Investigadores internos da maior corretora cripto do mundo encontram indícios de violações de leis na plataforma de forma recorrente. [The New York Times]
Telefônica Brasil vai recomprar mais R$ 1 bi em ações. Conselho autoriza aquisição de até 42,8 milhões de ações entre fevereiro de 2026 e fevereiro de 2027. [Telesíntese]
Polícia australiana acusa homem por golpe de US$ 3,5 milhões em criptomoedas contra idosos. Autoridades ligaram o portal NEXOpayment à suposta lavagem de recursos obtidos de 190 investidores idosos. [Decrypt]
OpenAI projeta investir cerca de US$ 600 bilhões em computação até 2030. Em 2025, a empresa registrou receita de US$ 13 bilhões. [UOL]
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